Parem as máquinas

O sonho de todo jornalista antigamente era berrar “Parem as máquinas”. Eu fiz isso em novembro de 2004. Estava no plantão, 3h da madrugada, sozinho na redação, assistindo tevê, quando entra o plantão da Globo...”acaba de morrer em Paris o líder palestino Yasser Arafat”...dou um pulo da cadeira, e corro para avisar o diretor de redação Telmo Flor e o editor-chefe Eugênio Bortolon, que estavam na diagramação, fechando a capa com o resultado de um jogo, gritando: “parem as máquinas”. Elas realmente param e eu tenho o privilégio de escrever a matéria de capa sobre o Arafat. Hoje periga eu dizer isso, e alguém dizer para esquecer, completando que a gente publica a notícia dois dias depois...

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